A E3 é o evento mais importante da indústria de videogames, reunindo empresas, desenvolvedores, jornalistas e fãs para apresentar as novidades do setor. Entretanto, a edição de 2016 foi marcada por uma série de problemas que culminaram em um verdadeiro colapso.

O primeiro sinal de que algo estava errado foi dado pela Sony, que anunciou que não participaria do evento pela primeira vez em sua história. A empresa japonesa afirmou que preferia investir em eventos próprios para apresentar suas novidades. Essa decisão, que foi seguida por outras empresas de menor porte, como a Electronic Arts, enfraqueceu o evento e reduziu as expectativas dos fãs.

Além disso, a própria organização do evento falhou em diversos aspectos. A distribuição de ingressos foi caótica, com várias pessoas ficando sem acesso ao evento mesmo tendo comprado seus ingressos. As filas para as apresentações das empresas foram intermináveis, com espera de até quatro horas para jogar algumas das demos. A falta de infraestrutura e organização fez com que as pessoas se sentissem desrespeitadas e desvalorizadas.

Por fim, as próprias apresentações das empresas foram decepcionantes. As novidades foram poucas e pouco impactantes, com poucos jogos inéditos e muitas sequências e remakes. A falta de surpresas e inovações fez com que os fãs perdessem o interesse nas apresentações e no evento em geral.

O resultado de tudo isso foi um verdadeiro colapso da E3 2016. O evento perdeu sua relevância e importância, se transformando em um encontro pouco relevante e pouco interessante para a indústria e para os fãs. As empresas que participaram do evento tiveram pouco destaque e pouco impacto, o que afetou negativamente seus lançamentos e vendas.

Agora é hora de repensar o futuro da E3 e da indústria de videogames em geral. É necessário criar eventos mais relevantes e interessantes, que valorizem os fãs e as empresas, e que apresentem novidades inovadoras e surpreendentes. É hora de darmos um novo rumo para a indústria, valorizando a criatividade e a inovação e deixando de lado os interesses corporativos e financeiros.

Em resumo, o colapso da E3 2016 foi um sinal de que a indústria de videogames precisa repensar seus rumos e encontrar novas formas de se aproximar dos fãs e apresentar novidades interessantes e impactantes. Esperamos que as lições aprendidas com esse episódio sejam levadas em consideração para o futuro da indústria e dos jogos.